quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Conversando sobre os costumes indígenas.



Ação no 4°
Desenvolvimento da atividade: Conversando sobre os costumes indígenas


Percebendo que a professora da turma estava trabalhando conteúdos relacionados aos indígenas, pensamos na seguinte atividade: Mais uma vez, relembrando o teatro, utilizamos o personagem Pirata para contar para os alunos alguns traços da cultura indígena. (Segue abaixo, a apresentação realizada pelo “Pirata” na turma do 4° ano).
Depois de passado esse conhecimento para os alunos, eles receberam uma atividade de cruzadinha, que estava diretamente relacionada com o conhecimento que lhes foi repassado na fala do Pirata.



Apresentação: Costumes indígenas

Pirata falando: Vocês sabem de onde eu venho? Eu venho da França e junto com muitos outros piratas que vieram da Holanda, da Espanha e de outros países vim para o Brasil aproveitar e roubar as riquezas de vocês.

Vocês sabiam que aqui havia muito ouro e prata? Depois a gente descobriu a árvore do pau-brasil. Essa árvore valia muito dinheiro na Europa, isso porque com a tinta que saia dela era possível tingir roupas.

E vocês sabem quem eram nossos braços direitos nessa época? Os índios! É os índios cortavam as árvores de pau-brasil e as carregavam até os navios. Eles também carregavam ouro e prata para nós e enquanto isso, a gente descansava na sombra. Era muito fácil enrolar todos na aldeia, porque eles trocavam baldes de ouro por uma bijuteria qualquer.

Antes da nossa chegada, os índios trabalhavam cerca de quatro horas por dia, costumavam comer milho, mandioca, peixe. Na caça eles usavam muito o arco e flecha para capturarem suas presas. A gente só não pode esquecer que os índios preservam a natureza, eles só matavam os animais para deles poderem se alimentar.

Eles também gostavam muito de festas, de rituais e nesses dias eles costumavam pintar o corpo e o rosto com a tinta extraída da árvore de urucum. (mostrar o colorau)

Eles viviam em casas chamadas ocas ou malocas. O conjunto de ocas ou malocas era chamado de taba. Os índios costumavam dormir em redes, que ainda hoje são muito usadas por muitos de nós em nossas casas.

Ah e vocês sabem como era chamado o chefe da tribo? Pajé
E as crianças? Elas são chamadas curumins.
Na aldeia indígena, os homens (meninos) costumam caçar enquanto que as mulheres plantavam, cultivavam a terra e colhiam. Ah, elas também gostavam de fazer artesanato, como por exemplo, a cerâmica.
Mostrar flecha.
Essa flecha foi comprada na aldeia Guarani em Biguaçu. Na região da grande Florianópolis, além dessa aldeia temos a aldeia ____________ no Morro dos Cavalos, localizada na cidade de Palhoça. Falando nisso, acho que vamos dar uma passadinha por lá, só pra ver como as coisas estão funcionando hoje em dia, preciso ser um pirata atualizado.

Saí o pirata. Entramos falando da situação dos índios no dia de hoje.
Escola bilíngue – índios na faculdade – trabalham fora da aldeia (pedreiros) continuam plantando – usam roupas como as nossas – nas festas ainda se pintam – artesanato pra venda, etc.

(Texto criado pelas bolsistas PIBID/PEDAGOGIA/UDESC)


Criação de Histórias (início, meio e fim).




Ação no 2° ano
Desenvolvimento da atividade: Criação de Histórias (início, meio e fim)

Na ação desenvolvida na turma do 1° ano, também revivemos alguns momentos do teatro “A menina que odiava livros” para introduzir a noção de início, meio e fim, presente em toda história. Essa atividade funcionou da seguinte maneira: Relembramos as cenas do teatro e depois explicamos as partes das cenas que construíam o inicio, meio e fim da apresentação. Posteriormente, a sala foi dividida em 03 grupos que foram auxiliados pela professora da turma e pelas três bolsistas PIBID.
Cada grupo ficou responsável pela construção de uma parte da história (início, meio, fim) que deveria ser produzida através de recortes de papel, assim como o trabalho produzido pelo artista Henri Matisse, que foi apresentado à turma.
Por fim, cada grupo representou uma das partes da peça e, juntos formamos a história completa.




Escrevendo uma carta...




Ação no 4° e 5° ano
Desenvolvimento da atividade: Escrevendo uma carta

A partir da apresentação do teatro “A Menina que odiava Livros” pensamos em uma série de atividades que abordam diferentes conteúdos (língua portuguesa e matemática) e que estivessem em sintonia com a peça apresentada.
Uma dessas atividades foi a construção de cartas, nas turmas do 4° e 5° ano, para os personagens que atuaram no teatro. Com isso, ensinamos o modo como devemos escrever o gênero carta, bem como o preenchimento do envelope.

Essa atividade mostrou como é interessante buscar formas de aprendizado a partir de situações vivenciadas. Desse modo, percebemos que houve um forte interesse dos alunos em aprender a escrever cartas, pois assim, poderiam estabelecer uma comunicação com os personagens do teatro.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Acadêmicas do PIBID/Pedagodia da Faed realizam apresentação teatral em escolas





Na última semana um grupo de acadêmicas do Curso de Pedagogia do Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed/Udesc), integrantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID, realizaram uma encenação teatral em escolas de Florianópolis e São José.
As apresentações foram realizadas nos dias 12 e 13 de março no Centro Educacional Municipal Interativo Floresta, em São José, e na Escola Básica Municipal Alfredo Rohr, no bairro Córrego Grande em Florianópolis.
O teatro foi baseado no livro "A menina que odiava livros", de Manjusha Pawagi. De acordo com a professora responsável pelo PIBID Pedagogia da Faed, Alba Battisti, toda a produção, figurino e roteiro da peça estiveram sob responsabilidade do grupo, que vem realizando diversas atividades de interação com as crianças dos anos iniciais.
As encenações teatrais contaram com a presença do Diretor de Ensino da Faed e coordenador de gestão do PIBID na Udesc, professor Lourival José Martins Filho.
"O objetivo do PIBID é inserir os acadêmicos e acadêmicas participantes no cotidiano de escolas da rede pública de educação, proporcionando oportunidades de criação e participação em experiências metodológicas, tecnológicas e práticas docentes de caráter inovador e interdisciplinar que busquem a superação de problemas identificados no processo de ensino-aprendizagem", explica o coordenador.

Fonte: Assessoria de Comunicação Faed/Udesc
Jornalista Carolina Hommerding